quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A REALIZAÇÃO DE UM SONHO


O futebol faz parte da cultura brasileira e do imaginário do universo masculino sendo o objetivo profissional de muitos garotos
                         
                            
Por : Nayara Caroline


As crianças são sempre questionadas com aquela famosa pergunta: O que você vai ser quando crescer? Na grande maioria das vezes aquela profissão que era tão sonhada enquanto criança, acaba não sendo concretizada na fase adulta, entretanto existem pessoas que conseguem de fato realizar seu sonho de infância, transformando aqueles desejos inocentes em uma profissão séria e renomada.
 O jogador de futebol Leandro Oliveira da Cruz, atuante no Nacional Atlético Clube da cidade de Rolândia, é uma prova viva de que os sonhos de infância podem ser realizados, ele conta que sempre quis ser jogador de futebol desde os três anos de idade, e o seu pai já o ensinava tudo. O jogador confessa que no começo achava que era só uma fase, mais entre os 12 e13 anos de idade, já foi para o seu primeiro time fora da cidade, e a partir dali percebeu que o futebol seria a sua vida.


 1 – Quanto tempo de seu dia você se dedica ao esporte?
R: Eu treino mais o menos seis horas por dia, em dois turnos. Um turno na parte da  manha e o outro na parte  da tarde.

2 – Existem pontos negativos em ser um jogador de futebol? Se sim quais?

R: A meu ver não, nenhum ponto.Por que eu acredito que ser jogador de futebol é uma profissão normal como todas as outras com seus pontos positivos e negativos, porém até o momento não consigo visualizar nada de negativo.

3 – Você tem o sonho de jogar em algum time em especifico? Se sim por quê?

R: Hum...Sim(Suspiros).Bom todo jogador sonha em chegar na seleção brasileira.E eu acho que é este  é o sonho de todo jogador .Mas falando em times  do Brasil gostaria de jogar no Corinthians ou Santos.

4 – No Brasil alguns jogadores de futebol são tratados como verdadeiras celebridades, e têm salários milionários, qual é a sua opinião sobre este fato?
R: Bom, eu acho que no futebol os salários variam por cada jogador. E eu acho que são sim salários merecedores, pois se hoje ganham bem mais e porque lá atrás já sofrerão muito.

5 – Pretende algum dia jogar no exterior? Se sim onde e por quê?
R: Sim na Espanha por que lá se encontra é um dos maiores cenários do futebol mundial, pra atingir a fama e o sucesso tão desejados. E além de futebol ser algo que eu gosto, é valido também ser reconhecido por isso e ter um retorno financeiro bacana.

 6 – Você tem admiração por algum jogador atual, ou algum que já tenha encerrado sua carreira no esporte?
R: Sim pelo Ronaldo por tudo que ele passou em  sua carreira, várias  lesões e tudo mais.E hoje em dia pelo Neymar , que em minha opinião é o melhor jogador da atualidade.

7 – Além de ser um atleta, você tem outros planos para o seu futuro profissional?
R: Sim, também quero estudar futuramente pois como acontece com a maioria dos jogadores quando encerram uma vida de jogador , se transformam em treinadores.Até porque não se pode jogar futebol pelo resto da vida, a velhice um dia vai se aproximando e a disposição física nunca será a mesma.

8 – Você acredita que o esporte pode transformar a vida das pessoas? Se sim de que forma ocorre esta mudança?
R: Sim com toda certeza, pois eu acho que hoje a gente deve correr atrás de nossos objetivos por um questão de realização de um sonho, algo que envolva alma e coração, e  não somente pelo dinheiro, temos que fazer aquilo que por que gostamos de fazer, e isso de fato pode transformar a vida de uma pessoa, e não só a vida do próprio realizador do sonho, mas também acaba mudando o dia-dia geral da família do atleta.E o esporte é algo que atrai crianças, adolescentes, jovens e adultos e que pode de fato transformar a vida de alguém que já esteja , sem expectativas para o futuro, pois através do esporte a pessoa consegue enxergar que ela é alguém no mundo, para muitas pessoas e inclusive para mim mesmo, o fato de ser reconhecido agrega uma qualidade de vida gigantesca , faz você querer sempre ser melhor naquilo que faz.

9 – Se tivesse que escolher outra profissão qual seria? E por quê?
R: Bom eu definitivamente não me vejo fazendo outra coisa a não ser jogar futebol, mas se caso eu tivesse que lidar com outra vida profissional, eu seria policial. Não sei exatamente o porquê, mas a questão da adrenalina tipo aqueles filmes de Hollywood (risos)...Mas a verdade da vida de um policial, obviamente não é assim, é extremamente difícil e complicada e perigosa, então como eu disse não me vejo em outro lugar, não sendo do esporte.

10 – Aos meninos e meninas que sonham em um dia serem um jogador de futebol, ou até mesmo um atleta em qualquer outro ramo esportivo, o que você diria a eles?

R: Bom... (SUSPIROS) primeiramente que nada hoje em dia é fácil que muitas coisas, ainda estão por vir, e não devem deixar nada derrubar o sonho.A falta de dinheiro as vezes é um dos principais problemas, tem pessoas que quando vêem um amigo comprando carro , roupas caras e muitas outras coisas, as vezes não entendem o porque você também não consegue o mesmo, e acaba achando que nenhum sonho vai se realizar e que nada dará certo.Mas apesar da luta diária não se deve desistir do seu sonho,  cada um deve acreditar no próprio deseje e crer um dia ele será realizado ,e o fato de já estar ali em meio a luta , já fazem de você um verdadeiro campeão e vencedor.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O lixo NOSSO de cada dia!

Segundo pesquisas menos de 5% do lixo urbano é reciclado.O lixo causa enchentes, entope bueiros e diminui a vazão de água. É um dos maiores problemas da sociedade moderna.
Calcula-se que 30 % do lixo brasileiro fica espalhado pelas ruas nas grandes cidades.
Desta forma serão apresentadas a partir de agora algumas fotografias que comprovam um pouco deste infeliz fato, as imagens foram registradas em uma cidade no interior do paraná chamada Rolândia.
É realmente inacreditável saber que a grande maioria das pessoas fingem não saber que, lugar de LIXO é no LIXO e não nas ruas da cidade, datas vazias e etc.

Veja essas fotos e reflita sobre este problema social:

































Fotos tiradas por: 
Nayara Caroline

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O impacto de uma imagem

Reza a lenda que uma imagem vale por mil palavras, que ela consegue levar um impacto real e consegue ecoar na nossa mente.Sendo assim, neste post vão conter algumas imagens que conseguem mexer conosco nos extremos, desde a felicidade e até uma certa tristeza e por tabela ter uma reflexão acerca das nossas atitudes.Ao todo são 30 imagens , tiradas por todo o mundo que passam muitas sensações fortes aos olhos de quem vê!
Aos amantes de fotografia ( e os não amantes também ) confiram essas imagens:

1 – Garoto faminto e missionário na África
powerful-photos-1

2 – Dentro de uma câmara de gás de Auschwitz
powerful-photos-2

3 – Cirurgião cardíaco depois de 23 horas de duração (com sucesso) transplante de coração. Seu assistente está dormindo no canto.
powerful-photos-3

4 – Pai e filho (1949 – 2009)
powerful-photos-4

5 – Diego Frazão Torquato tocando violino no funeral do seu professor.O professor foi responsável por tirar crianças da violência por meio damúsica no Rio de Janeiro.
powerful-photos-5

6 – Um soldado russo tocando um piano abandonado na Chechênia em 1994
powerful-photos-6

7 – Rapaz acaba de descobrir que seu irmão está morto.
powerful-photos-7

8 – Cristãos protegendo muçulmanos durante oração em
meio às revoltas de 2011 no Cairo, Egito.
powerful-photos-8

9 – Bombeiro dá água a um Koala durante os devastadores
incêndios florestais na Austrália, em 2009.
powerful-photos-9

10 – A mãe Terri Gurrola se reencontra com sua filha depois de servir no Iraque por 7 meses.
powerful-photos-10

11 – Moradores de rua esperando para receber comida de graça distribuídos fora de
uma mesquita antes de Eid al-Fitr, em Nova Delhi, na Índia.
powerful-photos-11

12 – Zanjeer, o cão salvou milhares de vidas durante Mumbai explosões em série em
Março de 1993 por meio da detecção de mais de 3.329 kg do explosivo RDX, 600 detonadores,249 granadas e 6.406 cartuchos de munição. Ele foi enterrado com todas as honras em 2000.
powerful-photos-12

13 – Homem salta do World Trade Center para escapar
das chamas durante atentado do 11 de setembro.
powerful-photos-13

14 – Filho tentando levar pai alcolotra para casa.
powerful-photos-14

15 – Casal abraçado em escombros de fábrica que desabou.
powerful-photos-15

16 – Pôr do sol em Marte
powerful-photos-16

17 – Garoto cigano de cinco anos fumando na festa de véspera de ano novo na comunidade
cigana de St. Jacques, Perpignan, sul da França. É bastante comum em St. Jacques para os meninos a fumar.
powerful-photos-17

18 – Hhaing O Yu de 29 anos chorando ao ver a destruição causada
pelo ciclone que atingiu Myanmar em 2008.
powerful-photos-18

19 – Cachorro de nome Leão espera dono após dois dias enchentes no Rio de Janeiro em 2011.
powerful-photos-19

20 – Filho corre para cumprimentar o pai antes de ir para a Segunda Guerra Mundial.
powerful-photos-20

21 – Russo encontra tanque no qual pilotou na Segunda Guerra Mundial.
powerful-photos-21

22 – O poder de uma flor.
powerful-photos-22

23 – Mulher chora no meio da cidade destruída após terremoto e tsunami que
devastou a cidade de Natori, em março de 2011 no Japão.
powerful-photos-23

24 – Construção que une casal protestante e católico, Holanda, 1888.
powerful-photos-24

25 – Dono encontra seu cão depois de tornado que
destruiu o Alabama em março de 2012, no EUA.
powerful-photos-25

26 – Demonstração do uso do preservativo em um mercado
público em Jayapura, capital da Papua, 2009
powerful-photos-26

27 – Russos se preparando para a batalha de Kursk, julho de 1943.
powerful-photos-27

28 – Homem salva filhotes de gato durante uma enchente que assolou a Índia em 2011.
powerful-photos-28
29 – Afegão oferece chá para soldado americano.
powerful-photos-29

30 – Alguns pais, provavelmente agora em seus 70 anos,
ainda à procura da sua filha desaparecida.
powerful-photos-30


FONTE

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A RUA COMO MEIO DE EXPRESSÃO DA ARTE

Os artistas de rua fazem parte da nossa cultura e de muitos países, e são eles que amenizam a correria e o estresse em suas apresentações divertidas



    Todos os dias, seja nos calçadões, nas ruas, nos semáforos de qualquer cidade, somos pegos de surpresa por uma apresentação, por movimentos, por roupas coloridas e instrumentos que nos chamam a atenção e nos fazem ficar fixos e admirados por tanta habilidade e carisma. Falo aqui dos vários artistas de rua que circulam as cidades de todo o mundo e que, como qualquer outro trabalho, é digno e deve ser constantemente respeitado.

“A arte é essencial para as crianças”
  
   Os artistas de rua vivem para mostrar suas artes, suas habilidades e sua alegria, e são várias histórias que circulam por nossas ruas. Carlos Solé, de 45 anos, Ribeirão Preto, interior de São Paulo, se forma este ano no curso profissionalizante na Escola de Circo de Londrina - PR, que possui quatro anos para sua conclusão e que conta com uma equipe de sete professores. Começou a quinze anos, no início das chamadas festas Trance, “Raves”, na parte de montagem de cenários. “Nesta época eu já tinha esse link com malabarismo, na Europa já era assim nas festas raves, o pessoal joga malabarismo, é bem comum, e veio pra cá também esse link com malabarismo “né”. Aí eu vi umas pessoas, comecei a me interessar. Comecei de curiosidade a jogar e jogar e comecei a gostar cada vez mais, me apaixonar, treinar, treinar, comecei até fazer showzinho dentro das festas que eu montava, me davam um espaço (...). Nesta época eu conheci um produtor, começou a namorar uma brasileira, começou a vir para o Brasil, conheceu o meu patrão na época e gostou muito de mim, do meu trabalho e tal, me deu a chance de ir pra lá “né”, eu fui pra lá, morei três anos e aí fui me especializando cada vez mais (...)”, ressalta.   Carlos conta que quando começou foi muito autodidata, mas que somente 10 anos depois foi cair em uma escola profissionalizante, aqui em Londrina.

    Carlos se apresentou muito nos semáforos das ruas, mas que hoje se apresenta pouco, por conta da formatura do curso na escola de circo e das aulas que também oferece, porém garante que o trabalho possui um bom retorno e que começou por conta disso. “Por já ter a habilidade, ter essa paixão por malabarismo, ai “pô” como é que eu faço para poder seguir minha vida podendo jogar malabares, aí começa a experimentar, oh dá dinheiro. Mas também não deixa de ser um laboratório para experimentar coisas novas”, disse.

    Informa que sua preferência é a arte nas ruas por ter uma magia muito legal que é o da surpresa, além do uso da improvisação, que é bem maior. No curso, Carlos aprende apresentações em palcos, e garante que é difícil passar a arte das ruas para um cenário já planejado. “Às vezes o que você faz na rua e quer transferir para o palco, é bem diferente, você já tem uma base, já é um passo adiante porque tem que transpor aqui, já é um caminho andado, mas muda muito, é iluminação, é a música. Na rua você tem essa liberdade um pouco maior “né”, se quiser prolongar um pouco. Já o palco é mais limitado, apesar de existir um pouco de improvisação também”, relata.

    Por conta das crianças, que se encantam facilmente com esses tipos de apresentação e que estão em grande peso nas aulas de circo da Escola, Carlos afirma ser essencial a arte desde pequenos, e que crianças é o grupo em que mais gosta de trabalhar. Este tipo de arte é claro que não agrada a todos, e também não é qualquer tipo de arte que vai receber elogios e atenção do público. “Tem gente que detesta, não só espetáculo de rua como o de palco, tem gente que eu já ouvi mesmo falar assim que é coisa de vagabundo, aprendeu na cadeia, e não está nem falando de um espetáculo de rua, está falando de um circo mesmo”, declara Carlos.

    Entretanto, Solé, se sente muito realizado com o trabalho e a conclusão do curso, mesmo por ter sido para ele um desafio, começando com 41 anos e concluindo com 45, sendo que o perfil dos alunos é de quinze anos.
E esse sentimento de realização também ocorre com Adriano Gouvella, 26 anos, Londrina – PR, estudante de Artes Cênicas na UEL (Universidade Estadual de Londrina) e com Gerson Bernardes, 27 anos, Ribeirão Preto-SP, membro do grupo Triolé Cultural de Londrina.       

Adriano Gouvella, estudante de Artes Cênicas na UEL (Universidade Estadual de Londrina)

    
    Adriano começou este trabalho para a conclusão do curso com sua pesquisa voltada para o claus, o palhaço. “Eu comecei fazendo algumas oficinas com outros mestres, artistas claus daqui do Brasil e me interessei por essa linhagem de trabalho e fui pesquisar a fundo para desenvolver o meu trabalho de conclusão. E esses números, que eu estou apresentando aqui no calçadão, é na verdade pra testar, pra ver o que funciona, o que não funciona, porque eu ensaio durante a semana, pesquiso em sala, em laboratório e depois venho aqui no calçadão para testar com o público”, disse.
Já Gerson começou este trabalho em 2009, mas já vinha fazendo teatro desde criança em escolas regulares e depois em grupos amadores. Está no Triolé Cultural desde o início, em 2010. O objetivo é trabalhar, fomentar, proporcionar arte nos mais diversos espaços, nas mais diversas formas. Temos apresentações de espetáculo de palhaço de rua ou para espaço fechado e contação de histórias”, relata.
"Falta o público ter acesso a esta arte”

    Com todas as apresentações e os estudos, para Adriano o trabalho é cansativo sim “Cansativo é, como todo trabalho” afirma. Ambos participam do Movimento de Artistas de Rua de Londrina (MARL), Adriano desde a criação do movimento, e o grupo Triolé, apesar de um pouco afastados, desde o início participam e acompanham o movimento. “O movimento surgiu inicialmente da insatisfação de alguns grupos de teatro da cidade com a falta de cuidado para com o espaço público, além do cerceamento do direito de se ter apresentações ao ar livre de maneira gratuita, com cobrança por parte do poder público municipal”, ressalta Gerson.
    Seguindo a linha sobre a valorização do público para essas artes, eles acreditam sim serem valorizadas, contudo para Gerson. “Acredito que falta o público ter acesso a arte”, disse.
A visão do público
    Existem diversas opiniões, principalmente sobre um tema como este. Para Clarice de Oliveira de Lima, 47 anos, o trabalho dos artistas de rua é muito importante. “Acho bonito, acho que eles alegram o trânsito, você se distrai vendo, acho muito importante sim”, afirma.
    E quando o assunto é contribuição, a estudante de agronomia Letícia Ariadne, 17 anos, diz ajudar os artistas quando possível. “Pois acho o trabalho que eles exercem bonito e trabalhoso, e por isso eles merecem receber prestígio e respeito das pessoas”, declara.
    Entretanto, não é todos que conseguem exercer uma profissão desta, Marta Machado, 44 anos, diz também achar que a arte nas ruas é importante apesar de haver um pouco de irritação por conta da correria e do estresse do trânsito, mas que a maioria das vezes são muito bonitas as apresentações, pois relaxa e acalma. Entretanto, não conseguiria passar por uma experiência desta, em ser um artista de rua. “Não, eu acredito que não conseguiria, eu acho muito difícil, e acho que a pessoa já nasce com o dom de artista, e eu nunca tentei fazer algo assim de diferente, então eu particularmente não conseguiria”, afirmou.
    Na visão da estudante de Artes Cênicas na UEL, Letícia Moura de Oliveira, 17 anos, assim como para os outros entrevistados, o trabalho dos artistas de rua é sim de grande importância para a sociedade. “Qualquer atividade cultural é de suma importância para a nossa sociedade. A arte de rua é um meio de se expressar usando alguma manifestação artística que atinge um grande número de pessoas, independente de sua classe social. É uma arte livre, independente, não há marginalização social no quesito cultural. Além de bonito, esteticamente falando, é de uma beleza cultural, política e emocional”, declara.
    Letícia escolheu artes cênicas por um primeiro contato com o teatro, que foi sua paixão a primeira vista, e diz que ainda é muito cedo para dizer qual ramo pretende seguir. “Acredito que esteja muito cedo para escolher qual ramo seguir, a artes cênicas, é um ramo muito amplo, como estudante quero experimentar essas várias vertentes e não escolher apenas uma para fazer, acredito que me privando de outros ramos me fará uma artista medíocre, acho válido e interessante saber incorporar vários elementos, por isso acredito que não seguiria apenas uma área, seguiria a arte como um todo”, disse.
    A arte são manifestações que emitem ideias e emoções, e que de qualquer forma estará presente em nosso meio, em nossa sociedade, pois ela está ligada a liberdade, sendo nas ruas, a de se expressar.

Matéria de: Amanda Machado

Uma escola dentro da floresta

Você já se imaginou estudando dentro de uma floresta???

Pois bem, então saiba que essa escola existe e está localizada em Seattle, nos EUA.
IslandWood é um exclusivo centro de aprendizagem ao ar livre de 255 hectares, projetado para oferecer experiências excepcionais de aprendizagem ao longo da vida e inspirar a gestão ambiental e da comunidade, combinando a pesquisa científica, a tecnologia e as artes para ajudar os estudantes a descobrir as conexões naturais e passarem a se integrar mais à natureza, coisa que não acontece no cotidiano urbano das crianças.
A escola foi fundada em 1997 por Debbi e Paul Brainerd a criação foi baseada nas idéias de aventura e exploração sugeridas pelas próprias crianças da região, IslandWood  é uma organização sem fins lucrativos e que conta com um design inovador, que se tornou exemplo de economia de energia e de estilo de vida sustentável, ensinando valores vitais para o desenvolvimento crítico e analítico dessas crianças.

Veja algumas fotos da escola e repare que a natureza, com sua força e seu encanto  interminável, conseguem nos auxiliar a sermos pessoas melhores, mais saudáveis e mais conectadas a valores que realmente valem a pena.



frognosewebwide

536262_10151523041339421_823178843_n

546373_10151185851244421_155212761_n

hiTechToolsweb

521735_10151411053829421_1176768779_n

579349_10150800227744421_1877865363_n



581486_10151521786979421_1925342194_n

1001816_10151706164844421_1559083872_n

IslandWood-School-3

IslandWood-School-4

IslandWood-School-5

IslandWood-School-8











Quer saber mais a respeito desta incrível escola? Acesse: www.islandwood.org